Crónica de uma LUZ apagada antes de ser acesa
Clique aqui para aceder à fonte da imagem Desde a criação do Partido Luz da Guiné-Bissau (PLGB), em 2022, muitas foram as pessoas que me perguntaram o que penso desta nova formação política. Compreendia essas perguntas em dois sentidos. Primeiro, o meu activismo e militância pelo progresso da Guiné-Bissau é constante e de um cunho intereventivo também alimentado pelas minhas opiniões publicadas. Segundo, porque tinha a noção de que, em casos semelhantes de criação de partidos políticos, não tinha levado tanto tempo para dizer publicamente o que pensava deles. No entanto, eu tinha a consciência de que se tratava de um partido craiado por pessoas com quem cheguei de partilhar trincheira, nomeadamente no combate ao jomavismo, através do Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI) e que, apesar de nos termos desvinculado dessa organização e de cada um seguir o seu rumo, mantínhamos uma relação de cordialidade. Preferia deixar que o partido provasse que vinha, de facto, m...